A J. Gomes – Sociedade de Construções do Cávado, SA foi criada em Maio de 1968 por João Gomes de Oliveira e dedica-se à indústria da construção civil e obras públicas. Sedeada em Braga, a J. Gomes conta actualmente com cerca de 300 trabalhadores, sendo a estrutura principal de um dos grupos de construção civil do norte do país.
A empresa possui, actualmente, uma boa carteira de obras, sobretudo localizadas na Grande Área Metropolitana do Minho, Área Metropolitana do Porto, Área Metropolitana de Lisboa, Região do Algarve e Alentejo, tendo já executado diversas obras noutros pontos do país.
Esta é uma empresa que procura sempre estar actualizada e preparada para responder aos novos desafios do sector da construção civil e às mais exigentes expectativas dos seus clientes. Com este objectivo, aposta na formação e competência de recursos humanos, o que permite uma rápida adaptação às maiores adversidades e desafios. Além disso, a J. Gomes está em permanente contacto com as ferramentas mais recentes disponíveis na área das novas tecnologias.
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| 2007-12-12
A J. Gomes integra um consórcio para a construção do Centro Cultural de Ílhavo, da autoria do arquitecto Ilídio Ramos, num projecto promovido pela Câmara Municipal. A obra, avaliada em 10 milhões de euros, apresenta características técnicas e funcionais particulares em termos de construção e arquitectura de cena.
J. Gomes está a executar obra do Centro Cultural de Ílhavo avaliada em 10 milhões de euros
As tecnologias utilizadas para a construção da torre de cena, nomeadamente mecânica e comunicações de cena permitiram à equipa de projecto desenhar um modelo arquitectónico mais compacto que o habitual em equipamentos deste género. O Centro Cultural de Ílhavo é mesmo um dos primeiros edifícios do país a possuir esta tecnologia.
Arquitectura e mecânica de cena única a nível nacional
O consórcio precisou também de responder a exigências ao nível de ferramentas e máquinas utilizadas para a construção do edifício. É o caso de uma grua de 500 toneladas que foi necessária para a montagem de vigas de aço (com 50m de comprimento) da cobertura. Nesta obra foram utilizadas cerca de 700 toneladas de aço em estruturas metálicas.
Obra utilizou equipamento pesado
O edifício prevê também a construção de uma consola de 20 metros de vão, com o objectivo de criar um espaço de sombra para acolher espectáculos ao ar livre. Em geral, esta dimensão de consola é pouco habitual pelo que constitui mais um desafio para a construtora.
Construção de uma pala com 20 metros de vão
A obra apresenta também algumas características singulares ao nível da acústica, conseguidas com o apoio da engenharia da especialidade. A sala, desenhada assimetricamente, possuirá uma acústica variável conforme o tipo de eventos que acolhe. O sistema “box in box” do Centro Cultural optimizará a acústica da sala de espectáculos.
Acústica variável conforme o tipo de eventos
A caixilharia exterior, em aço inox e vidro serigrafado, foi desenhada exclusivamente para o Centro, tendo sido desenvolvida artesanalmente e integrando uma fachada ventilada que constitui um invólucro translúcido que envolve a sala de espectáculos.
Caixilharia exterior exclusiva
Com uma área de implantação de 5 mil metros quadrados, o Centro Cultural de Ílhavo terá uma sala de espectáculos com capacidade para 500 lugares, equipada com torre de cena e sub-palco, sala de ensaios, camarins e espaços técnicos e ainda um espaço polivalente instalado num edifício de apoio conexo ao edifício principal. Fazem parte do investimento um parque de estacionamento de 200 lugares.
Os espaços foram designados sob a influência de algumas arquitecturas em desenvolvimento na actualidade. O Centro Cultural de Ílhavo foi desenhado no sentido de reforçar o espaço público envolvente, que, no âmbito do projecto, sofrerá obras de valorização.
Área de implantação da obra é de 5 mil metros quadrados